A agulha ou o palheiro?
Existe uma ideia sedutora no mercado: a de que é possível identificar, de forma consistente, as empresas vencedoras do futuro. Mas os dados contam outra história.
Um estudo da Arizona State University, com mais de 60 mil ações entre 1990 e 2018, mostrou que apenas 1,3% das empresas foram responsáveis por praticamente toda a geração de valor no mercado americano. Mais do que isso, ao longo do tempo, mais da metade das ações teve desempenho inferior a um título público de curtíssimo prazo⁽¹⁾.
Qual a relevância para você?
Esse dado, por si só, já colocaria em dúvida estratégias baseadas em seleção concentrada de ações. Mas o cenário atual torna essa tarefa ainda mais complexa.
Vivemos um ambiente de baixa visibilidade. Tensões geopolíticas persistentes, conflitos em diferentes regiões, desaceleração global e incerteza sobre ciclos monetários criam um pano de fundo onde prever vencedores se torna ainda mais difícil. Em momentos como esse, a dispersão de resultados aumenta e o risco de erro também.
O histórico recente do Brasil reforça essa dinâmica. Das 94 ofertas públicas iniciais de ações de empresas realizadas de 2014 para cá, 75 continuam no mercado e somente 17 delas apresentaram desempenho positivo desde o IPO (até 19 de fevereiro deste ano)⁽²⁾.
Diante desse contexto, insistir em concentração não parece eficiente. A alocação precisa evoluir de seleção para construção de portfólio.
É aqui que os ETFs ganham protagonismo. Ao investir em índices amplos, o investidor obtém exposição automática a diversas empresas, aumentando as chances de gerar valor ao longo do tempo, sem depender da capacidade de identificá-las antecipadamente. Além disso, reduz custos, simplifica seus investimentos e aumenta a previsibilidade da carteira.
No Brasil, essa lógica também se aplica. Mas com um refinamento importante: não basta estar exposto, é preciso escolher como estar exposto.
O ETF DIVO11, focado em empresas com histórico consistente de pagamento de dividendos, surge como uma alternativa interessante nesse ambiente. Ele direciona a exposição para companhias mais maduras, com geração de caixa e disciplina financeira, características que tendem a se destacar em cenários de juros elevados e incerteza econômica.
Performance Acumulada
Fonte: BM&FBovespa & Itaú Asset Management, data: Fevereiro, 2026
A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros
Os investimentos em fundos não são garantidos pelo administrador, pelo gestor, por qualquer mecanismo de seguro ou pelo Fundo Garantidor de Crédito – FGC
Para mais informações, acesse o site: www.itnow.com.br/divo11
No fim, a conclusão é direta. Em um mundo onde a incerteza só aumenta, a diversificação deixa de ser uma escolha sofisticada. Ela passa a ser uma necessidade estratégica.
Assim, não procure a agulha no palheiro. Simplesmente compre o palheiro! (John Boogle)
Acesse o site ITNOW para saber mais sobre os ETFs da Itau Asset: www.itnow.com.br
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